quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Bombeiros Civis no Brasil e as Representações Invisíveis.

LIDERANÇA QUE NÃO ESTÁ EM LUGAR NENHUM?
ISSO PODE ARNALDO?

Uma frase celebre foi pronunciada pelo filosofo jogador Vampeta que até então, era jogador do flamengo no inicio dos anos 2000 Que dizia o seguinte: “O Flamengo finge que me paga, e eu finjo que jogo”. Através desta frase, poderíamos concluir, que no caso das representações Bombeiris a frase em questão, seria interpretada completamente ao contrario, ou seja!

“eles me pagam e eu finjo que represento”.
Para debatermos sobre o referido assunto, em primeiro lugar é necessário conhecer a historia dos princípios associativos dentro e fora do Brasil.
Pois como muitos já sabem, as conquistas sociais da humanidade se deram, através de objetivos comuns pela aliança de interesses e a organização de pessoas. Tudo isso, muito antes da criação de sindicatos ou, outras entidades.
Já em outro momento abordamos,a questão da mudança que se faz necessária, junto à atividade exercida pelos profissionais civis do Brasil levando em conta, a mudança no quadro atual do Pais em relação ao ano de 2009 ano da promulgação da lei federal 11901.
Pois bem! Seguindo nesta linha de raciocínio este texto, não tem como finalidade a critica as instituições, mas sim! Cobrar aquilo que deveria ser o mínimo realizado por elas.
O aspecto histórico referente às iniciativas associativistas sempre se basearam, na busca de melhorias junto as suas principais e urgentes demandas algo que para o total êxito foi necessário, muita organização, planejamento, envolvimento e oque refuto como item principal: “a participação física para o êxito destas conquistas”.
Moral da história:
Há um ditado que diz: “antes de varrer a casa do teu vizinho limpe a sua casa!”.
As “pseusdos” representações em nível nacional jamais contribuirão efetivamente, para o desenvolvimento da atividade prevencionista tendo em vista a pouca participação ou, envolvimento físico local e regional. mediante ao tamanho do território Brasileiro e  suas peculiaridades e características únicas de cada região.
Entendo que mesmo com o avanço tecnológico da informação em tempo real. Este tipo de representação, pautada encima de computadores ou aplicativos, cujo objetivo, é oferecer de forma nacional aquilo que não conseguem realizar nem em sua própria localidade é menosprezar o atual momento da categoria prevencionista em todo o Brasil... E digo mais! Menosprezar a própria inteligência de seus integrantes.
Em minha humilde visão, o fortalecimento de representações regionais atentas as suas necessidades e incentivadas, através da orientação sobre as politicas sociais e tramites legislativos traria muito mais resultados na busca do tão sonhado reconhecimento prevencionista no Brasil!
Pra finalizar: enquanto não levarmos a serio, a necessidade de um trabalho regional mais serio e criterioso não será, uma carteira emitida deste ou daquele! que resolverá, as demandas urgentes e pontuais da categoria Bombeiro Civil no território Nacional.
Desenvolvimento não se conquista, através de discurso virtual mas sim! Com luta conhecimento e envolvimento físico em suas questões. Fazendo valer,através do conhecimento os caminhos necessários para a conquista de seus interesses. ninguém conhece melhor a casa do que seu próprio dono!.
Júlio Valêncio. 
O termo Bombeiro Civil no Brasil é uma Homenagem ao Mestre Aparecido da Cruz, autor da serie de livros Bombeiro Civil no Brasil.

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